A pesquisa mais recente da PwC sobre a Reforma Tributária trouxe uma notícia que deveria acender um alerta máximo no mundo empresarial: 37% das empresas brasileiras ainda estão na fase inicial de adaptação ao IBS e à CBS.
Apenas 19% já iniciaram ajustes concretos.
E entre empresas com faturamento de até R$500 milhões, nenhuma concluiu sequer a análise de impacto.
Isso significa que, faltando poucas semanas para a virada operacional de 2026, a grande maioria das organizações ainda não sabe exatamente o que vai mudar, não revisou processos e não ajustou sistemas.
E isso tem nome: risco estratégico.
Não risco teórico.
Risco de nota rejeitada, crédito negado, aumento inesperado de custo, paralisação de vendas e perda de competitividade.
Mas há um dado ainda mais importante — e muito menos falado:
As empresas que estão avançando têm algo em comum: um contador preparado, ativo e integrado ao time estratégico.


